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Rota das Lagoas

A rota tem o seu princípio na Casa do Guarda, passando posteriormente pela lagoa das Braças, desenvolvendo-se na planície gandarense e nas dunas repletas de pinheiros (pinus sp.).

As lagoas, reconhecidas áreas de grande interesse ecológico, geológico e educacional, caracterizam-se por uma grande diversidade faunística, característica de sistemas de água doce, sendo possível observar alguns anfíbios como: a rela (Hyla arborea), o sapo-unha-negra (Pelobates cultripes), o tritão-marmorado (Triturus marmoratus), o sapo-parteiro (Altys obstetricans) e o sapo-corredor (Bufo calamita).

No entanto, estes idílicos locais encontram-se ameaçados pela enorme pressão urbanística que, conjugadas com a sobrecarga de intensivas práticas agrícolas e por um elevado número de visitantes, não cumpre as regras de boa conduta e origina uma degradação da qualidade ambiental destes habitais.

Em termos de avifauna as lamas servem ainda de abrigo para um elevado número de espécies.


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