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Nem a
chuva arrefeceu o FestiMaiorca
Uma chuva
miudinha mas incómoda caiu sobre aquela que tinha sido
anunciada como uma das melhores edições de sempre do
FestiMaiorca, que aconteceu no último sábado (2003/07/12),
e que, mesmo molhada, agradou a todos os que tiveram a
audácia de sair de casa em nome da cultura sem fronteiras…
ou quase, já que foi precisamente na fronteira que ficou o
grupo oriundo da Macedónia, o único dos oito que, mau
grado as diligências da autarquia, não conseguiu obter o
visto de entrada em Portugal. Mesmo assim, António Maia
Cardoso, mentor do projecto que conta já com 29 edições,
não tem dúvidas em afirmar que “o FestiMaiorca foi um
sucesso”.
A dança
da chuva
A chuva
não era de esperar, mas apareceu, e intimidou certamente
muitos dos que tencionavam comparecer nesta grande festa do
folclore.
Ainda
assim, algumas centenas de pessoas desafiaram o tempo e não
se arrependeram. Ainda assim, os prejuízos causados pelo
estado do tempo foram, pelo menos, contabilizados em mais de
1500 euros, já que o “Baile da Amizade”, realizado na
passada sexta-feira, não teve a adesão esperada.
Quanto a
danos físicos, as únicas quedas a registar aconteceram em
cima do palco, mas não causaram mais do que as inevitáveis
gargalhadas por parte do público e até dos bailarinos
molhados.
A
animação não arrefeceu, nem o palco nem entre o público,
razão pela qual Maia Cardoso adianta já que 2004 vai mesmo
ser o ano da 30.ª edição do festival. Com chuva ou sem
chuva.
in O
Figueirense - 2003/07/18
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